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Senar apresenta Assistência Técnica e Gerencial em Congresso de Gestores da Agropecuária
08/11/2019 às 08h40
Atualizada em

A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) foi apresentada para os participantes do Congresso Brasileiro de Gestores da Agropecuária, na quarta (6), em Brasília.

A metodologia, criada em 2013 e que já atende mais de 100 mil propriedades no Brasil, foi um dos destaques do painel “A assistência técnica como ferramenta para o desenvolvimento da agropecuária”. A meta é alcançar 400 mil propriedades até 2021.

O coordenador de Inovação do Senar, Matheus Ferreira, destacou que a gestão da propriedade rural deve ser a base dos processos de transferência de tecnologia. Para ele, independente do modelo de assistência técnica, a avaliação de resultados e o aumento de renda para o produtor rural são pontos essenciais.

“O processo de agregação de renda é algo que o nosso Sistema tem defendido bastante e toda a nossa proposta de assistência técnica trabalha com esse conceito”, afirmou.

As iniciativas desenvolvidas pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) na área de irrigação fizeram parte do debate “Ações para aumentar a disponibilidade de água nos municípios”.

Segundo o assessor técnico da Comissão Nacional de Irrigação da CNA, Gustavo Goretti, a agricultura, quando é bem feita e manejada, aumenta a disponibilidade de água nos municípios, tanto para uso na própria agropecuária quanto para indústrias e consumo humano.

“A agricultura tem esse potencial. Além de gerar riqueza e emprego para o produtor, ela gera esse serviço ambiental de produzir água para a população”, afirmou ele.

Protagonismo – A produtora rural e vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), Carminha Missio, foi uma das palestrantes do painel “O protagonismo das mulheres na agropecuária”.

Ela apresentou a palestra “O protagonismo das mulheres fortalecendo a gestão compartilhada no agro”. Segundo Carminha, o número de estabelecimentos rurais dirigidos por mulheres vem crescendo no Brasil e passou de 12%, em 2006, para 19%, em 2017.

“As mulheres se tornarão cada dia mais fortes a partir do conhecimento e da qualificação para ocupar os espaços e poder atuar em todas as esferas da agropecuária brasileira”, declarou.

Assessoria de Comunicação CNA